quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

TESTES CLÍNICOS DA FOSFOETANOLAMINA EM SP E OS CRITÉRIOS DE USO EM PACIENTES


Aconteceu uma reunião nesta última Segunda-feira, 21-12-15 em Américo Brasiliense, cidade do Estado de São Paulo onde fica localizada a (FURP) - Fundação para o Remédio Popular para análise e acerto da produção da substância sintética.

FURP - Fundação para o Remédio Popular
Nesta reunião estavam presentes, médicos Oncologistas do Instituto do Câncer, os pesquisadores da USP e os representantes da Fundação para o Remédio Popular (Furp), mas os resultados não foram satisfatórios.

A conclusão do pesquisador e coordenador da descoberta dessa substância que tem promovido a cura do câncer, o Dr. Gilberto Chierice, afirmou que a fábrica não possui equipamentos adequados para a sintetização do mesmo, somente a capacidade de encapsulamento. No Rio Grande do Sul, Estado onde também será produzida a Fos-s, as autoridades e responsáveis pelo projeto têm tido a mesma dificuldade.

Marcos Vinícius de Almeida - Cientista e pesquisador em Biotecnologia
Um dos pesquisadores, Marcos Vinicius de Almeida visitou alguns laboratórios particulares no Estado com o objetivo de analisar a capacidade de produção ou ao menos a sintetização da substância e com isso fechar parcerias e encontrou 4 laboratórios aptos a essa produção, mas tal responsabilidade e decisão seria do então governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alkmin. 

Em uma das matérias anteriores, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) expediu uma suspensão definitiva da entrega da Fosfo, mas, desembargadores de outros Estados do país estão exigindo a entrega da substância pela USP de São Carlos aos pacientes. A Universidade tem cumprido as liminares e enviado o composto pelo correio.

A intenção é que a Fosfoetanolamina Sintética seja iniciada a sua fabricação em Março de 2016 e após 06 meses obter os primeiros resultados.
Os critérios usados para os testes seriam conduzidos da seguinte forma:

1) Serão escolhidos pacientes com 10 tipos diferentes de câncer e divididos em 10 grupos, cada grupo com 21 pacientes;

2) Neste primeiro teste, se pelo menos 02 pacientes de cada grupo tiverem resultados positivos comprovados, haverá uma ampliação para 41 pessoas de cada grupo.

3) Se nesses grupos de 41 pessoas houver uma melhoria de pelo menos 05 pacientes, será aumentada para uma quantidade de 100 pacientes por grupo.

Desta forma haverá uma limitação de Mil pacientes para a realização dos testes clínicos.


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